quinta-feira, 15 de abril de 2010

Foto kirllian

A foto Kirllian é uma impotante ferramenta de comprovação dos diferentes estados de matéria e revela as dimensões da alma que não enxergamos com a visão normal. É inegável a importância dessa descoberta para a ciência espírita.
Mas uma coisa incompreensível é o uso mal direcionado dessa ciência nas casas espíritas, com o uso dessa possibilidade para fins de comprovação de mediunidade ou não em seus trabalhadores, bem como a comparação entre os grupos para ver se qual foto é a mais bonita, a que apresenta tons mais iluminados, fomentando uma disputa e presumível segregação dos que não apresentarem tão belas colorações em sua foto. É um método perigoso para a  vivência em grupo, para o trabalho de equipe porque pressupõe uma pretensa superioridade dos que apresentam colorações rutilantes, pois podem  elaborar o sentimento temível da vaidade e da presunção.
Um conselho para os centros espíritas que exigem a foto Kirllian de seus médiuns é a mensagem imorredoura do Cristo; "Conhece-se a árvore por seus frutos".
Paz e Luz para Todos

Ana Carolina

Luz Espirita

Luz Espírita

Um detalhe importante


Ao nos ensinar a orar, Jesus frisou que não seria pelo muito falar, que seríamos atendidos por Deus, nosso Pai.
Ao contrário, enfatizou aos apóstolos que a prece do publicano tinha maior poder, pela humildade de que se revestia.
Alguns de nós, quando convidados a orar em público, recusamos, dizendo que não sabemos dizer palavras bonitas.
Pensando nesses termos, é que a história a seguir faz-se muito oportuna:
Uma mulher morava em uma humilde casa com sua neta muito doente. Como não tinha dinheiro para leva-la ao médico, decidiu enfrentar a caminhada de duas horas até a cidade próxima, em busca de ajuda.
No único hospital público da cidade, foi orientada a retornar trazendo a neta, que deveria ser examinada.
A mulher fez o caminho de volta desconsolada, pensando no que faria para trazer a criança, pois ela não conseguia sequer se manter em pé.
Ao passar em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Viu outras pessoas orando e pediu a elas que orassem por sua netinha.
Passados alguns minutos, ela mesma se animou a fazer sua prece e em voz alta foi falando:
"Jesus, sou eu. Olha, a minha neta está muito doente. Eu gostaria que você fosse lá para cura-la. Jesus, você pega uma caneta que eu vou dizer onde fica."
Depois de uns segundos, continuou: "já está com a caneta, Jesus? Então você vai seguindo em frente e quando passar o rio com a ponte, você entra na segunda estradinha de terra.
Não vá errar, tá?"
Os que estavam por perto acharam interessante aquele monólogo. Alguns, no entanto, mal podiam conter no riso. Mas a senhora, de olhos fechados, continuou:
"Andando mais uns vinte minutinhos, tem uma vendinha.
Pega a rua da mangueira que o meu barraquinho é o último da rua. Pode entrar que não tem cachorro."
Olha, Jesus, a porta está trancada, mas a chave fica embaixo do tapetinho vermelho, na entrada. O senhor pega a chave, entra e cura a minha netinha. Mas, olha só Jesus, por favor não esqueça de deixar a chave de novo embaixo do tapetinho vermelho, senão eu não consigo entrar."
Terminada a oração, ela se levantou e foi para casa.
Ao entrar, sua netinha veio correndo recebe-la.
"Minha neta, você está de pé? Como é possível?"
E a menina respondeu: "vovó, eu ouvi um barulho na porta e pensei que fosse a senhora voltando. Aí, entrou em meu quarto um homem alto, com um vestido branco, e mandou que eu me levantasse. E eu me levantei."
Depois, ele sorriu, beijou minha testa e disse que tinha que ir embora, mas pediu que eu avisasse a senhora que ele iria deixar a chave embaixo do tapetinho vermelho."
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A verdadeira oração não necessita de palavras difíceis. É a manifestação espontânea do coração que se abre num colóquio íntimo, pedindo, agradecendo, louvando, reconhecendo a própria pequenez e a grande necessidade.
A força de uma prece não está na coordenação das palavras proferidas, mas na emoção que o pensamento movimenta para a fonte de recursos a que se dirige.


Divaldo P.Franco

domingo, 11 de abril de 2010

Aos leitores que prestigiam nosso blog eu faço a proveitosa recomendação que procurem acessar o blog do nosso amigo Frederico Menezes que está expondo no mesmo mensagens belíssimas e de profundidade espiritual enquestionável. Vamos formar uma imensa corrente do bem para promover iniciativas como essas de divulgar trabalhos lindos e proveitosos para nossa evolução espiritual. Vamos nos unir para contrubuir na construção de uma nova consciência coletiva que impulcione nosso mundo para nova etapa de desenvolvimento cumprindo assim a promessa do Cristo "um só rebanho para um só pastor".
Muita paz a todos
Ana Carolina

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Verdadeira luz

Amar, sobretudo porque pertence ao nosso direito no Estatuto da Imortalidade. O amor nos pertence por direito divino, que herdamos quando somos criados pelas mãos do Pai.
Ah, é tão triste quando nos negamos essa outorga infinita, nos perdendo nas sombras e nas trevas do anti amor, pois só na trilha resplandecente do bem querer encontramos a verdadeira luz.
Essa angústia que hora   nos devora, ensandecida, é tão somente por saudade do banho na fonte bendita de todas as virtudes. Pois as qualidades que ornam a alma do santo tem sua gênesis num coração abundante de afeto.
Todos os conflitos, armados ou não, estridentes ou silenciosos, declarados ou sorrateiros, nascem na terra inóspita do coração enregelado, desertificado, de onde o sentimento por excelência foi exilado.
Amar é bem que fazemos a nós mesmos, antes que a outrem. Pois a medida do nosso amor é que nos servirá para dispensarmos amor aos outros. Para se dar é necessário absolver, desenvolver e acumular, só então, partindo da conquista desse valiosíssimo tesouro, poderemos distribuí-lo com alegria, sem temer dele sermos privados, pois é uma fonte que jorra para a vida eterna.
O homem verdadeiramete feliz é aquele que sabe-se amado. Preserva-se das asperesas e aflições da amargura e da solidão. Porque a solidão é herança do anti amor ou indiferença e o que faz o homem um verdadeiro miserável, mesmo que vista-se de ouro e cerque-se em palácios suntuosos.
Por isso, amados, ascendamos na escala dos sentimentos elevados, sacrificando o império do egoísmo, ciliciando nossas paixões, para fazer brilhar a estrela luminosa e redentora, de inquestionável ação transformadora e libertadora, fazendo brilhar seus raios plúmbeos em nossa consciência, essa luz inviolável que representa a beleza, a verdade e o bem mais absolutos, representação mais excelente da divindade; o amor.

Página recebida em 06-04-2010
Pelo espírito Eloísa

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Chico Xavier

Quem teve a oportunidade de ver o filme de Chico no cinema pode avaliar com que maestria e simplicidade o roteiro foi criado, sua grandiosidade por ser despretencioso e belo. É inspirador, emocionante e profundamente evangelizador.