quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Ama e segue



Sofres as conjunturas de vícios pertináses e aviltantes, que embora os melhores anceios da alma para a ascensão, te flagelam e arremeçam-te nos poços escuros da desilusão e da falta de fé em ti mesmo.
Não te aflijas, o cair é do homem, mas o levantar é de Deus.
Estas tristes com o abandono a que fostes relegados por almas irmãs e que antes comungavam o mesmo pão em tua mesa festiva e fraterna.
Refletes com o Cristo; "minha mãe e meus irmãos são aqueles que fazem a vontade de meu Pai que está no céu."
Colhes a decepção com as críticas aspérrimas e calúnias que te lançam impiedosamente, sem compreenção com a tua condição de fragilidade humana.
Ora por todos e se te for dada a oportunidade da palavra, tão somente esclarece que aqueles que vêem argueiros na visão de outrem se esquecem que trazem frequentemente as traves das próprias sombras a enceguecerem sua visão espiritual.
Sentes a solidão sufocar tuas horas, suportando o vazio de afetos que inexplicavelmente te abandonaram, configurando-se os teus momentos em amargas lembranças e saudades de tempos que não vão mais voltar.
Entrega-te destemido aos braços de Jesus, na compreenção de que a vida te oferta tempo para reflexões riquíssimas para a evolução de teu espírito, no exercício do perdão incondicional, do amor pleno e puro que não exige retorno, da prática da caridade vívida das virtudes evangélicas, da companhia fiel e amorosa de amigos reais entre encarnados e desencarnados, a comungarem da mesma atmosfera de ideais nobres.
Dentro desta perspectiva em que tua visão abrangerá novos horizontes mais risonhos, a prometerem dias melhores, encontrarás a paz em consciência, o roteiro sem atalhos, mas não ausente de percalços, porem seguro, a senda da renovação em companhia de amigos sinceros e não mais aqueles circunstanciais de outrora, a alegria de servir o quanto possas, onde possas, onde puderes e a quem puderes na sabedoria daquele que sabe que é dando que se recebe na bênção da fraternidade, pois todo aquele que quizer ser o primeiro no Reino dos Céus seja o servo humilde de todos na prática irrestrita do amor puro e ideal do qual o Mestre inesquecível se fez o portador e disseminador celeste.

Mensagem psicografada por Ana Carolina
Por um Espírito Amigo

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Leviandades

Malversam os recursos inestimáveis da mediunidade, no jogo perigoso das trivialidades em que se comprazem.
Irrequietos, voejam insensatos, de local a local, buscando lucros e permutando brejeirices, longe das atitudes de coerência moral superior, como se fossem permanecer imunes à desencarnação, que pensam adiar indefinidamente.
Não lhes interessam esclarecimentos, diretrizes edificantes.
Cometem abusos de toda ordem, entregam-se a prazeres exaustivos, sorvem os licores da embriaguez demorada, veraneiam nos arraiais da fé, e, quando tal ocorre, solicitam, a princípio, exigemdepois reursos de urgência e soluções apressadas para as velhas complicações em que e agradam.
Os Espíritos Desencarnados devem ajudá-los, liberá-los das cangas a que se ataram espontaneamente.
Caíram por invigilância, não obstante advertidos.
Enfermaram por negligência, embora orientados.
Desequilibraram-se por teimosia, apesar de esclarecidos.
Obsidiaram-se por descaso ao dever, sem embargo socorridos.
Complicaram-se por irresponsabilidade, mesmo informados.
Repentina e tardiamente se crêem merecedores de libertação, como se fora possível fazer por eles o que se negaram de livre vontade conseguir, quando tudo lhes sorriam bênçãos.
Frívolos, prometem ao Senhor tornarem-se melhores, caso se recuperem, qual se isso fora de proveito para o Divino Benfeitor e não para eles próprios.
Fantasistas, recorrem a processos mágicos de emergência, com que se equivocam, perturbando-se mais.
Enganadores, assumem atitudes de precária sobriedade e retidão, como a negociarem saúde e paz de urgência...
São os levianos que aportam nas praias da Verdade, iludidos, pensando em iludir os outros.
Ajuda-os, quando te busquem, mas não te aflijas em demasia, face ás aflições deles.
Ensina-lhes recomeço e serviço, edificação interior e discernimento real, a fim de que despertem das torpezas morais em que se enlanguescem e saiam do cárcere da leviandade para as avenidas do trabalho eficiente de que necessitam para a libertação total.
Texto de Joana de Ângelis - Por Divaldo P. Franco - Livro; Celeiro de Bênçãos.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Tributo a Kardec

Quando na sua vinda messiânica,
O mestre nos prometeu
Que mandaria um consolador
Para lembrar os ensinos seus.

Para ensinar coisas novas,
No século das luzes,
Apóstolos da verdade,
Na carne e na erraticidade,

Desceram ao palco terrestre,
Rompendo a barreira dos túmulos,
São os mortos que nos abrem caminhos celestes
Para os vivos de ambos os mundos.

Salve, salve o grande professor.
Trabalhador incansável.
Sábio, mestre incontestável,
Insigne codificador.

Obrigado Allan Kardec,
Missionário de Jesus.
Tua obra gravada em nossa consciência
É caminho, verdade e luz.

Ana Carolina

sábado, 31 de outubro de 2009

Em relação a ti

Após a emoção do encontro com a Doutrina Espírita, agora, quando os deveres constituem norma de comportamento diário, na tua vida, observas, algo desencantando, a necessidade da contínua renovação de forças, a fim de não desfaleceres.
Supunhas, inicialmente, que logo seriam resolvidos todos os problemas. Todavia, ei-los que retornam afligentes, complexos.
Dispóes, porém, de recursos valiosos que não podes desconsiderar e graças aos quais não desfalecerás.
Reflete:
Quem tem fé, não se abate ante noite escura.
Quem confia, não se desespera na convulsão.
Quem ama, não se debate na desconfiança.
Quem crê, não se tortura na incerteza.
Quem espera, não se atira nos braços da aflição.
Quem serve, não se agasta com a ingratidão.
Quem é gentil, não aguarda entendimento.
Quem é puro, não se revolta com as calúnias.
Quem perdoa, não pára na caminhada a fim de recolher excusas.
Quem se renova no Cristo, não retorna à prisão do erro.
Se tens fé, persevera.
Haja o que houver, prossegue impertérrito,mente dirigida ao Senhor e mãos no trabalho edificante.
Não olhes para trás, nem te confies à depressão.
Este é o teu momento divino de avançar. Não o malbarates inutilmente.
A claridade da Crença que ora te aponta seguro roteiro, far-se-á tua lâmpada de alegria onde estejas, com quem te encontres, como te sintas.
E quando a noite do túmulo se abater sobre o teu corpo cansado, ela será o Sol nascente do Dia Novo que deves, desde agora, aguardar com júbilo e por cuja razão deves insistir e perseverar.
Do livro Celeiro de Bênçãos - Joana de Ângelis - Divaldo P. Franco.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Do céu



Do céu velas por nós, almas encarceradas e rebeldes.

Do céu te desvelas na observação de nossas múltiplas necessidades.

Do céu advogas, misericordiosa, por teus filhos sofredores.

Do céu estendes tuas mãos dadivosas e lanças teu olhar rutilante de beleza celeste sobre nós.

Do céu declaras o amor soberano e profundo pelos filhos da dor neste vale de lágrimas.

Do céu recolhes nossas preces como quem colhe flores de rara beleza no deserto escaldante de nosso egoísmo.

Do céu ignoras nossas mesquinhas falhas para lembrares apenas de nossa destinação, pois conheces nossa procedência, embora hajamos como se ignorássemos.

Do céu projetas o pensamento lirial e puro de amor sobre o poço escuro das fraquezas humanas.

Do céu esplende, gloriosa mãe de esterna solicitude em homenagem ao filho seráfico que Deus te confiou.

Do céu serves sem contar o tempo que para tua alma não tem mais valor, pois o amor que nasceu em ti é infidável como o rolar das eras.

Do céu, no céu que te empenhas em inalgurar em nossos corações para contigo estar e nos alegrar na paz do olhar mavioso e pleno de inexalrível amor. Saibamos recolher em nós teu pensamento cândido de meigo, lírio místico de Nazaré, para encontrarmos a verdadeira felicidade na prática do bem pelo bem, da paz pela paz, despindo-nos das velhas e rotas fantasias para assumirmos nossa identidade sideral como filhos da luz, do amor em plenitude.

Recebe o eco das proces fervorosas de nossos lábios e faz-nos sentir um pouco da serenidade que desfrutam os santos de Deus, para sentirmos coragem e renovação na luta que travamos em nós mesmos.

Assim, erguemos nossas mãos em súplica a ti, mãe de imorredoura diligência, na esperança que nos levante e nos guie com nossos passos ainda incertos no caminho em direção ao teu filho e nosso irmão maior, dando-nos entrada um dia no teu céu, tão nosso e que nasce no imo de nossos corações. Oh, Maria do divino amor, que ousamos chamar de mãe.


Ana Carolina

domingo, 25 de outubro de 2009

Feira de Livros Espíritas de Abreu e Lima




A FELEAL (Feira do Livro Espírita de Abreu e Lima) deste ano foi maravilhosa.
Não somente por ser um mecanismo de divulgação da Doutrina para a sociedade tão necessitada de consolação e esclarecimento, mas também por ter encontrado amigos do ideal de regeneração do nosso orbe terreno. Aí vai umas fotos.

Vídeos espíritas - Fenômenos mediúnicos

Os fenômenos mediúnicos são tão antigos quanto a própria humanidade, e não haveria de ser de outra forma, porque os espíritos são uma das forças da natureza. Mas é necessário que não somente procuremos nesses fatos aparentemente sobrenaturais o espetáculo do fenômeno, mas as conseqüências morais, inevitáveis, que nos fará enxergar a vida em sentido mais amplo, descortinando a alma dos segredos, nos encaminhando para a compreensão e o esclarecimento.

sábado, 24 de outubro de 2009

Resposta ao meu amigo Kley

Obrigada por ter acessado o blog. A canção de Nicéia vai ter que ser construída por uma músico talentoso que se proponha a fazer esse trabalho. Isso lhe sugere alguma coisa?

Lançamento de Nicéia



Algumas imagens do lançamento de Nicéia.

Nicéia


Este é um romance maravilhoso que escrevemos sob a orientação e inspiração de um espírito nobre e verdadeiro servo do Consolador. Nicolau vem nos contar uma linda história do início do terceiro século da era cristã, com todas as conturbadas transformações pelas quais a sociedade romana estava enfrentando com a expansão cada vez mais crescente da doutrina do carpinteiro. Ambientada nesse panorama de lutas e testemunhos valorosos de coragem e fé, nasce uma flor de candura, mas firme em seus valores forjados na mais alta amplitude da moral e da ética crística. Seu nome é Nicéia. "Fatos evocados e aparentemente perdidos na noite dos tempos são trazidos neste romance épico despretensioso, que não tem como principal objetivo relembrar dramas já superados, mas utilizar a história dramática para apresentá-lo, no intuito de nortear vidas. Aqueles que, de alguma forma, se sentirem ligados aos personagens e fatos relatados, utilizem os mesmos a fim de realizarem profundas reflexões e tirar proveitos individuais."(Nicolau). Aos amantes da leitura digna e confortadora ofereço este óbulo de nossas parcas faculdades mediúnicas para dar meu pequeno tributo de agradecimento a todas as bênçãos que nosso Pai celeste nos tem proporcionado.

Os obreiros so Senhor

Do Evangelho Segundo Espiritismo extraímos esse trecho maravilhoso que detalha a responsabilidade dos trabalhadores da última hora.

"Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar, encontre acabada a obra", porquanto o Senhor lhes dirá:"Vinde a mim, vós que sois bons servidores, vós que soubestes impor silêncio aos vossos ciúmes e às vossas discórdias, a fim de que daí não viesse dano para a obra!"

"Mas ai daqueles que, por efeito das suas dissenções, houverem retardado a hora da colheita, pois a tempestade virá e eles serão levados no turbilhão! Clamarão: "Graça! Graça!" O Senhor, porém, lhes dirá: "Como implorais graças, vós que não tivestes piedade dos vossos irmãos e que vos negastes a estender-lhes as mãos, que esmagastes o fraco, em vez de o amparardes? Como suplicais graças, vós que buscastes a vossa recompensa nos gozos da Terra e na satisfação do vosso orgulho? Já recebestes a vossa recompensa, tal qual a quisestes. Nada mais vos cabe pedir; as recompensas celestes são para os que não tenham buscado as recompensas da Terra."

Confia e segue

Sabe quando o discípulo do Mestre Jesus está se fazendo digno do seu mestre?

- Quando sua cruz vai ficando mais pesada na mesma medida em que ele aprende a desenvolver o amor.

Sabe quando a vida está muito fácil e nada vem perturbar-te a tranquilidade e vives em relativa paz?

- É que o momento do teu testemunho ainda não chegou. Mas não se perturbe, aproveita os dias de tranquilidade para armazenar tudo o quanto necessitares para atravessar os dias de prova, que virão de acordo com tuas forças.

Sabe quando reconhecer que teu testemunho não é tão doloroso o quanto pensas?

- Observa as criaturas que levam fardos maiores que os teus e rendem graças. Geralmente são apóstolos de Jesus, disfarçados, para nos ensinar a grandiosa lição da obediência e da resignação.

Se queres seguir as pegadas do mestre Jesus, observa que em seu caminho o sublime orientador experimentou; a traição e o abandono, o insulto, o deboche, os açoites, a coroa de espinhos, a caminhada do sacrifício até o Gólgota e a cruz do martírio.

O discípulo não é maior que seu mestre, por isso tenhamos a certeza real que o mundo talvez não compreenda nosso amor, no entanto Jesus nos entenderá, pois sendo ele o mestre dessa humanidade e fazendo mais de dois mil anos de sua vinda, ainda é o ser mais incompreendido no mundo do coração dos homens.

Por isso glorificai a Deus por sofreres em nome do amor ao teu próximo e a Jesus. Bendizei, ao seres vítima da ingratidão dos homens, da revolta, da perseguição e das mentiras. São provas de fogo que testam tua obediência e decisão nos rumos que tomaste em direção ao alto.

Divulgação

A maior contribuição para com a Doutrina Espírita é, sem sombra de dúvidas, sua divulgação, por isso criamos este blog, com textos, mensagens, notícias e fotos para os amigos da Doutrina e simpatizantes. Esperamos retorno fraterno para trocar informações, fazer amizades sinceras com objetivos nobres de construir um mundo melhor.