Quando na sua vinda messiânica,
O mestre nos prometeu
Que mandaria um consolador
Para lembrar os ensinos seus.
Para ensinar coisas novas,
No século das luzes,
Apóstolos da verdade,
Na carne e na erraticidade,
Desceram ao palco terrestre,
Rompendo a barreira dos túmulos,
São os mortos que nos abrem caminhos celestes
Para os vivos de ambos os mundos.
Salve, salve o grande professor.
Trabalhador incansável.
Sábio, mestre incontestável,
Insigne codificador.
Obrigado Allan Kardec,
Missionário de Jesus.
Tua obra gravada em nossa consciência
É caminho, verdade e luz.
Ana Carolina
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